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17 de fevereiro de 2014

Falha olímpica da Adidas

Essa Olímpíada de Inverno de Sochi me fez lembrar de um caso curioso, que aconteceu em outra competição como essa.
Pense que a Adidas fica o ano inteiro desenvolvendo roupas pra aumentar a performance dos atletas... faz testes, desenvolve novos tecidos, investe em pesquisas, faz entrevista, cria modelos... tudo para que, no momento da prova, o competidor possa dar o melhor de si e ser recompensado por isso. E é bem nessas horas que a marca quer estar presente, criando uma forte associação à atitude vitoriosa.
Uau. Essa é a fórmula do sucesso.
Mas aí quando chega na "hora H", acontece isso:


Culpa da moça? Da marca? Do frio? Hm... não importa, o que importa é que a Adidas perdeu uma baita oportunidade de ter lançado "fitness underwear" nesse dia. :)

24 de julho de 2012

Malas Samsonite e o caso Yoki

E no meio da Revista IstoÉ.... um anúncio da "malas rígidas" Samsonite bem ao lado da notícia da mulher que guardou o ex-diretor da Yoki esquartejado em algumas malas.
Coincidência, azar ou tentativa de aumentar a relevância da publicidade?

Contribuição de @AdrianodoCanto, no twitter do Erros de Marketing 


 

2 de maio de 2011

Ops... propagandas fail em ônibus

Todas as semanas recebo dicas de erros de publicações de anúncios. Os exemplos são incontáveis... há os que colocaram propaganda no lugar ou hora errada(o), os anúncios que acabam formando uma imagem esquisita no contexto, ou ainda os que contaram com o azar.
Pelo visto os erros mais comuns são: colocar um banner de internet baseado em palavras-chave (corre o risco de colocar um banner anunciando pacote turístico pro Egito em um site que está falando sobre as guerras no Egito, por exemplo) ou colocar um anúncio em uma peça sem antes checar os detalhes de como ela ficaria na realidade.
Pra começar a divulgação, segue uma amostra de escorregadas em propagandas feitas em ônibus.
Cômico pra nós, trágico pros anunciantes:





11 de abril de 2011

Nextel atrapalha Neymar e Santos

A Nextel, que há algum tempo criou um conceito super bacana de exclusividade com o mote "Bem-vindo ao clube", contratou Neymar pra ser seu mais novo garoto-propaganda.
Pra explorar a parceria ainda mais, a marca distribuiu 10 mil máscaras do jogador para a torcida santista na última quarta-feira, quanto o time do Santos enfrentou o Colo Colo pela Taça Libertadores da América. Deu sorte, pois o clube fez uma excelente partida... o clube vencia por 2x0 quando o craque fez uma jogada genial e garantiu o terceiro gol do clube alvinegro. E pra comemorar o gol, Neymar pegou uma máscara com um torcedor e vestiu! Sucesso, hein?














Mas... pra azar da Nextel e, mais ainda, do Santos, o jogador foi expulso e não poderá jogar a próxima partida no campeonato, prejudicando a equipe. Uf! Tá aí o vídeo pra quem ainda não viu:


15 de março de 2011

O pior do Carnaval: Duracell patrocinou pane elétrica

Perguntei aos mais de 20.000 seguidores do Erros de Marketing no twitter qual foi o pior erro de Marketing do Carnaval. Recebi várias sugestões, mas a pior gafe com certeza foi essa:
A marca de pilhas Duracell decidiu patrocinar o bloco de carnaval Crocodilo, onde Daniela Mercury cantaria por mais de 7 horas seguidas. A intenção da marca era simbolizar a sua longa duração ao colocar uma pilha gigante na cenografia do caminhão, fazendo parecer que a energia do trio elétrico vinha da marca.
Existia também a associação da marca à cantora, que esbanja "energia", e que contaria com a companhia do coelhinho de Duracell no bloco, conforme a foto abaixo:

Ótima idéia do pessoal da P&G, não?
Pois é... mas a empresa, que já passou por alguns casos de azar recentemente, passou por mais um apuro. Em meio à folia no circuito Barra-Ondina, o trio de Daniela Mercury ficou sem energia (!). A pane elétrica deixou o bloco sem som e luzes. Depois de cinco minutos de quase silêncio, a energia elétrica foi reestabelecida e o show continuou.
Será que trocaram a pilha? :-)
O bloco ainda ficou parado por uma hora em frente ao camarote de Ivete Sangalo por uma outra falha mecânica.
E um folião relatou na internet que o coelhinho de Duracell se cansou e passou mal... ops... será que isso vai prejudicar a imagem da marca?

23 de janeiro de 2011

Havaianas e o umbigo desaparecido

Demorei pra me manifestar sobre isso porque confesso que não estava acreditando. A princípio achei mesmo que fosse proposital. Mas depois reparei que não... por alguma razão vazou na internet um vídeo real onde a atriz Fernanda Vasconcellos aparece em uma propaganda das Havaianas sem umbigo.
O vídeo virou trending topic no twitter e teve mais de 1 milhão de views:



Há quem diga que foi erro de finalização, mas a produtora disse que foi apenas um problema ocorrido devido à compressão do vídeo durante o upload no Youtube.

Pra sorte da marca, o caso foi levado com muito bom humor pelos internautas. Não prejudicouo a mensagem e acabou até gerando um boca-a-boca espontâneo bem grande.
Mas a Havaianas que se cuide, porque um erro não planejado como esse poderia ter feito um estrago à  campanha.

25 de novembro de 2010

Promoção da P&G coloca medo na população

Que a P&G é uma escola de Marketing, isso ninguém duvida. Foi a primeira empresa a fazer propaganda, a primeira empresa a ter gerentes de produto, é a maior empresa de bens de consumo do mundo, etc. Mas até mesmo uma empresa desse nível comete os seus deslizes...
Enquanto o Rio de Janeiro passa por um terrível momento de calamidade, com carros sendo queimados e pessoas sendo assassinadas, a empresa decidiu fazer uma ação de guerrilha colocando "caixas misteriosas" pela cidade sem a aprovação da prefeitura. Resultado: o esquadrão antibomba foi acionado e todo ficaram com medo das caixas (!!!).


A ação, executada pela agência Moda (coligada da NewStyle), era relacionada à promoção "Avião do Faustão", e a idéia era que as caixas parecessem ter caído de aviões... O resultado foi, literalmente, bombástico e saiu como algo negativo em quase todos os meios de comunicaão (veja algumas notas sobre isso aqui e aqui). Que azar, hein?

25 de outubro de 2010

Topper zicou a seleção brasileira de futsal?

A Topper, patrocinadora da seleção brasileira de futebol de salão, resolveu fazer uma campanha forçando o jargão "mas neeeem se o Brasil perder no futsal". Tudo a ver, já que a equipe estava há invicta há quase 160 jogos!


Mas.... foi a Topper lançar a campanha e... a seleção perdeu. Que zica, hein?
Esse foi mais um erro sugerido por várias pessoas através do twitter do Erros de Marketing. Siga-nos: @errosdemkt.

14 de outubro de 2010

Caixa de cereal com número de disk-sexo

A Kroger, uma empresa americana que fabrica o cereal Ochocinco's (licenciamento da marca do jogador de futebol americano Chad Ochocinco, do Cincinnati Bengals) cometeu um erro crasso. Ao inlcuir o telefone de uma instituição de caridade (!) na embalagem, colocaram  prefixo errado... por azar, o telefone impresso era o de um disk-sexo. Resultado? Mais um recall urgente.
Duvidou? Veja a notícia no iG ou no site da ESPN.
Esse post foi uma dica de nossos colegas do twitter @mkt_esportivo

27 de setembro de 2010

Dono da Segway morre em acidente com seu produto

Sabe o Segway, aquele "patinete do futuro"?
Este produto foi lançado em 2001 com grande alvoroço, prometendo ser o substituto das bicicletas e apresentando uma nova tecnologia que faz o aparelho atingir 20 km/hora apenas com o equilíbrio do condutor.
Menos de 10 anos após seu lançamento, o Segway não vingou e acabou sendo adotado apenas por nichos de mercado, como os seguranças de centros comerciais.
Mas hoje aconteceu um novo capítulo nessa história: o presidente da empresa morreu... em um acidente com o seu próprio produto. Que desastre, hein?

1 de setembro de 2010

Avon lança produto contra umidade mas clima não ajuda

A Avon acaba de trazer uma "grande" novidade ao mercado brasileiro: um produto criado a partir da folha de Lotus, que protege o cabelo da umidade e elimina o frizz. Bacana, não é? O conceito parece ser bem relevante e crível. Mas, por coincidência, a grande campanha que eles veicularam na TV durante o mês passado aconteceu justamente no mês em que se registrou a menor umidade do ar dos últimos 70 anos (isso mesmo!!!). Foi, no mínimo, estranho ver todo mundo nas ruas falando sobre como o ar está seco e ver, na TV, uma empresa lançando um produto que protege meus cabelos da umidade.
Repare que, no próprio treinamento que as revendedoras recebem, eles falam que o produto será um grande sucesso porque o clima do Brasil é muito úmido:

Não dá pra dizer que isso é um erro pois esse efeito climático catastrófico era algo imprevisível, mas está aí mais exemplo de "azares de marketing".

10 de junho de 2010

Patrocinando a divulgação do seu fracasso

Outro dia postei aqui sobre o caso da Adidas, que, coincidentemente, colocou um banner num site que falava mal da sua bola recém-lançada pra Copa. Algumas pessoas me enviaram outros exemplos de situações assim e descobri o "case" abaixo....
Detalhe: são as próprias emissoras que determinam a ordem das propagandas que estão no break comercial.

Você conhece mais algum erro de marketing? Mande pro nosso twitter @errosdemkt!

18 de janeiro de 2010

Revistas Veja e Época com a mesma capa

Quanto das vendas de uma revista acontecem por causa da capa? Felizmente ou infelizmente, pouco. Já há algum tempo, a maior parte das vendas das publicações semanais é determinada pelas assinaturas, e não pela venda nas bancas.
Mas não dá pra negar que a matéria de capa é o grande impulsionador de leitura de qualquer revista do mundo. E é por isso que a equipe editorial sempre gasta muito tempo discutindo o assunto e a ilustração que vai estampar a "cara" do seu "produto". Afinal, o que diferencia uma revista de outra é justamente a capacidade da sua equipe de trazer uma informação diferenciada.... seja por uma antecipação (um "furo" de notícia), uma cobertura mais completa ou, ao menos, um ponto de vista diferente sobre um assunto. Isto posto, vamos ao fato:
Alguns dias atrás tivemos um trágico acontecimento histórico no Haiti. Tivemos acesso a centenas de fotos do terremoto e suas conseqüências. Mas, por coincidência, as revistas Veja e Época usaram exatamente a mesma foto pra estampar as suas capas. Seria mais um erro da série "azares de marketing"?